segunda-feira, 11 de agosto de 2008

::: Chapa quente :::

Isso não é uma coligação, é uma quadrilha. Mas cada povo tem o governante que merece.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

::: Cada um no seu quadrado :::



Consigo até enxergar certa filosofia. Cada um na sua, mas com alguma coisa em comum. [Conceito do cigarro Free]

terça-feira, 29 de julho de 2008

[CARREATA]

Qualquer dia sou eu
no carro preto

já na urna desolada

outros pássaros
em fila indiana
seguem

uns chorando
outros rindo

atrás da veraneio
e o som de faca cega

na única carreata
estou lá
candidato a nada.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Salve a República Brasileira da Finlândia!!!!!!!!!!!

Vamos declarar o início da República Brasileira da Finlândia e pagar pela maior carga tributária do mundo. Vamos apagar o Brasil.
E você deve tá pensando ai: má que catzu de idéia idiota é essa? A gente já tem uma carga tributária pesada pra aguentar. É... mas no mundo é a segunda maior, a primeira é da Finlândia.
Então bora logo fundar a República Brasileira da Finlândia e findar com o Brasil.
Nessa republiqueca teremos a maior carga tributária do mundo e, pasmem: você vai gostar.
Vai gostar porque a Saúde vai funcionar. Leitos em hospitais, médicos bem pagos e satisfeito ao atender as classes menos assisitidas, que não serão tão menos assim, porque terão empregos com salários honestos, que pague a dignidade de ter uma boa educação, uma boa segurança, uma boa qualidade de vida, que irá muito além das três refeições diárias. Nessa Nova República pagaremos mais impostos, mas teremos políticas sociais que contemplem os direitos mais básicos do homem, de forma adequada possíovel, e todos teremos respeito e felicidade. Detalhe fundamental é que nesse Brasil possível os políticos andarão pianinho, comendo realmente na mão do povo, que realmente trabalharão pelo e para o povo. E nas eleições irão tirar do próprio bolso o dinheiro para suas campanhas. E não sangrarão os cofres públicos para satisfazer uma ambição pessoal.
Vamos juntos! Vamos fundar o novo Éden, com justiça e igualdade para todos. E o Hum Deus pra nos guiar.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

INCENSO BOLIVIANO } }} }}} }}}} }}}}} ...

Todos que entravam lá, sentiam a energia. As sessões eram intermináveis. As bebidas passavam de mão-em-mão com uma rapidez que nem sei porque nunca vaporizavam no ar. Raul era o aniversariante. Raul era o mais bêbado. A piscina estava refletindo a imagem inconstante da lua. Tudo era estéril.

Aquele cheiro enebriava. Estavam todos planetários na noite a qual me refiro. Que noite inteira. Que noite eterna. Nunca tinha ido a um lugar igual. E nunca mais fui. O vento que soprava carregava a felicidade no ar. Era puro. E não era. Era Deus e não era nada. Tocava uma música que acabava e terminava, sem parar. O disco tinha furado naquele momento. E tudo acontecia como se já tivesse acontecido. E as bocas falavam da noite. A noite era dia.

Era mais que cheirar. Era comer. E todos comiam o vento. E o tempo? Bem, o tempo nem mais existia.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Coração bobo, coração bola...[de alguém que quase bateu as botas neste fim de semana]

Clássica a morte de infarto. O cara tá ali, papeando, de repente: click. O corpo desliga a chave. Tem a ver com a comida que o cara come. O exercício que ele não faz. A bebida que ele bebe. O cuidado que ele não toma. E tem a ver com a pressão interna e a externa do corpo e da vida que o cara leva. A maior incidência de mortes por enfarto no miocárdio [modo mais comum de apagar via coração] vem da ala masculina. A macharada morre às pencas. A mulherada, talhada pra sentir dor, consegue segurar mais a barra e morre menos dessa causa. Imagina ai, tá lá o cara no trânsito, ouvindo Supertramp, e a bomba pára. Ele saiu pra comprar sorvete na padaria e sua família ficou esperando com o DVD em pause. Seu filho com pote de pipoca, a filha e a mulher com as tigelas e as colheres em riste. Mas o cara infartou e bateu de cara pro poste, mortinho da silva.
O cara não vai voltar mais pra casa, mas a vida vai continuar do mesmo jeito como começou, sol, café amargo, pão duro, carros, buzinas, sacaneadas, brigas, dinheiro saindo, dinheiro entrando, sorrisos falsos, pernadas, mentiras, corrupção, tristezas em geral. Êita gentinha sem coração.

Festival de Jazz

Pra quem gosta [eu, por exemplo], começou o Festival de Jazz em Manaus. Acima a programação.